segunda-feira, 23 de março de 2009

RAP do GUN: Aprendendo a "golpear" uma mulher e levá-la pra cama, digo, pra lona.

Nesse post eu faço uma fusão de dois métodos "naturais" de PU, do meu amigo Juggler e do bombástico Gunwitch. Acredito piamente que, uma vez que alguém internalizou o RAP do Gunwitch e entende o básico do Juggler Method, não precisa de mais nada para derrubar uma mulher, em golpes certeiros de boxe (GUN) e jiu-jitsu (Juggler), rapidamente. 

Mas que diabos é esse RAP do Gunwitch? É uma forma muito simples de criar uma vibe forte e ao mesmo tempo relaxada e interativa, que se soma ao método fluido das artes carismáticas para nocautear uma mulher e levá-la para a cama, ou melhor, à lona, no mesmo dia ou noite. Interessado? Continue lendo.

RAP do Gunwitch(Relaxar- Assumir Rappor - Persistir)

Relaxar o ritmo mental e o corpo 
Esteja confortável com o sexo oposto. Ela está mais preocupada com o que você pensa dela e você não liga a mínima para o que ela pensa sobre você. Você não busca aprovação, não quer dar DHV, se você já tem alto valor, para que se preocupar em alguém reconhecer seu valor ou não??? Quem busca aprovação prova que não a tem... então, relaxe, respire profundamente, divirta-se com a interação, diminua o ritmo dos pensamentos. Você não está preocupado com nada, não está esperando nada, não está ansioso por resultados, está deixando a interação fluir, está num estado zen. É a ZEN SARGE.

Assumir rapport 
Imagine que são velhos amigos, ela é sua amante, "GIÁ COMO", você já a comeu, vocês já se conhecem há muito tempo. Assuma o rapport como um fato, você não tem que criar rapport, ele já existe. Interagir é divertido, porque vocês não são estranhos, já têm familiaridade um com o outro. Aja como se fosse, e será. Ela vai responder naturalmente a seu rapport presumido, e começar a agir naturalmente com você. Isso tem que ser sutil no início, e ir se intensificando à medida que a interação evolua.

As artes carismáticas do Juggler ajudam neste ponto, ao criar um fluxo natural de conversa, a partir da conexão de emoções. O assunto não são coisas, são as emoções, sensações e impressões sobre mim e ela. 

Fazer perguntas abertas logo no início, recompensar e relacionar reforça a sua atitude de assumir rapport, pois você relaciona emoções e temas que você puxou dela pelo vácuo, não é qualquer assunto, mas as emoções sobre você e ela.

O segredo é se importar menos com as palavras do que com as emoções por trás delas. Identifique a emoção dominante na resposta dela e relacione uma história que contenha rios daquela emoção. Se ela conta uma história de aventura que lhe traz a sensação de entusiasmo, conecte com uma história em que você tenha sentido algo parecido, entusiasmo. Isso fortalece o rapport e mostra que vocês têm afinidade. Isso é a pré-condição para escalar até o FC.

P Persistir

Não desista da interação, não a abandone na metade, a não ser que ela declare diretamente ou saia. Você não tem certeza se ela está gostando ou não, então você não "ejeta" nunca. VOCÊ continua até o CLOSE ou ela vai embora).

Este método é o fundamento de Gunwitch fundido com As artes Carismáticas. Fundido e FUDIDO! Com esse método natural e fluido poderoso, não é preciso de rotinas nem jogos mecânicos. A interação flui com um inner game forte e uma conexão emocional crescente, acrecida com a persistência e o rapport de Gunwich. Matador. Mas isso são os Fundamentos. Ainda há muito porvir, mas para isso é preciso ir de missão a missão. Quer saber mais? Leia meu blog. Quer praticar com instrutores credenciados? COnsulte a Universidade da Sedução...

Dionísio

sexta-feira, 20 de março de 2009

A câmera digital no game

Sua máquina digital é uma bela ferramenta para usar no game, especialmente na balada. Aqui vão algumas idéias para vcs usarem. Enjoy:

1 - Como opener : Vc pede para a garota ou o grupo tirar uma foto sua. Pode implicar com a foto que ela tirou (quebrar rapport), ou recompensá-la, construindo conforto. Mais para a frente, quando tiver mais conforto, tirar uma foto com ela pode ajudar a criar mais atração

2 - Qualificação : Ao tirar uma foto dela, desafie-na a ficar linda na foto, isso a faz investir na interação, e ao mesmo tempo, mostra dominância da sua parte; No final, vc aprova e solta um SOI, o que solidifica a atração.

3 - Kino: Tirar fotos é um bom pretexto para escalar o kino. Uma foto com abraço, mão no ombro, mão na cintura...

4 - Roleplay e conforto: Olhar as fotos que tiraram juntos cria conexão e conforto. Adicionalmente,pode-se criar um roleplay "escalado", tipo, tirar uma foto com cara de mau, outra fazendo careta, outra fazendo pose romântica, outra com beijinho no rosto, outra sexy, e depois se divertir olhando as fotos. 

5 - Social Proof: Imagina você na balada vendo um monte de flashes e sempre o mesmo cara nas fotos, falando com garotas diferentes. É pré-seleção automática.

6 - Sexual escalation: Só cuidado pra ela não achar que vc vai colocar fotos na internet, e o resto é com a sua imaginação...

7 - Se uma garota pede para vc tirar foto dela: Espere elas fazerem a pose, prepare a máquina, e na hora, vire a máquina e tire uma foto da sua cara. Pronto, o resto é contigo.

8 - Turbinando de forma "ousada" o passo 7: Apenas finja que vai tirar uma foto da sua cara. Elas vão reclamar, e vc manda fazer pose de novo. Quando elas estiverem na pose, vc aponta a máquina para baixo e começa a soltar seu cinto, como se fosse tirar uma foto do seu pau, hehehehehehe

9 - Após tirar foto, sempre estenda a mão para cobrar pelo "serviço".

Mau

terça-feira, 17 de março de 2009

Forçando o interesse

Esta é uma tática simples, mas que poucos fazem. Foi compilada de um dos caras que mais admiro no mundo da PU, o Gambler.

Vamos nessa.

O que você faz quando trava contato visual com alguma garota? Mesmo que seja ela esbarrando a visão contra a sua, e não ela te olhando porque te deu mole?

1- Continua olhando até ela desviar?
2- Olha nervosamente pro outro lado?
3- Força um sorriso?
4- Fica imaginando que a garota só te olhou de relance, e usa isso como desculpa para não chegar nela?

Com certeza alguma dessas vc já fez. Na opinião do Gambler, em 90% dos casos, ela está olhando pra vc mesmo, e gostaria que vc se aproximasse. Mas os 10% restantes são o suficiente para afastar a maioria dos caras.

A solução: Forçar o interesse dela. Quando detectar o contato visual, vc provoca uma resposta dela fazendo uma das alternativas abaixo:

- Aponte para ela
- Acene
- Levante seu copo como se fosse brindar (engraçado, uma das mais gatas que peguei fez exatamente isso comigo. Me olhou e levantou o copo... Dei sorte, mas, é pra pensar)
- Fazer uma cara de putão a la Joey, do Friends (How you doin´?)
- Mostrar sua língua.

Ela pode responder de algumas maneiras:

- Imitar vc
- Sorrir
- Sorrir e desviar o olhar, com vergonha
- Olhar para outra direção, como quem não gostou
- Fazer cara de incrédula

De qualquer forma, se a reação for negativa, dificilmente ela responderia bem a um cold approach seu.

E se a reação for positiva.... Isso tira qualquer pressão de cold approach (diria que já se torna um "morno" approach) e vc nem vai precisar de um opener muito elaborado. 

O ideal é que isso se torne uma reação automática sua. Forçar o interesse é BEM MAIS FÁCIL que fazer um cold approach (Não me venham com essa de "mas o PUA tem que vencer as dificuldades", francamente, o PUA tem é que usar seu conhecimento para facilitar sua vida).

Mau

sábado, 14 de março de 2009

A "interação-entrevista". Como escapar disso?

E aí, galera?

Primeiramente fico feliz do Dionísio estar postando bastante, essa seção parecia um monólogo meu. Sempre é bom termos visões diferentes por aqui.

Hoje quero falar de uma coisa que já deve ter acontecido com todo mundo aqui, principalmente aqueles que procuram não depender tanto de rotinas. Não é todo dia que o natural-style está afiado, então fatalmente deve ter acontecido algo que chamo de "interação-entrevista".

O que é péssimo, diga-se de passagem.

Por exemplo, vc acabou de abrir a garota, e agora está no fluff talk. Falta o que dizer, e vem à sua cabeça, brilhantemente:

"Onde vc mora?"; "O que faz da vida?"; "Trabalha onde e com o que?"

Puta que pariu, me poupe. Aliás, faço um mea culpa aqui, isso me lembra uma interação que tive com uma colombiana linda e peituda chamada Diana.

Mau (praticamente AFC): "O que vc faz?"
Diana: "Desenho industrial"
Mau (sem saber o que comentar): "Hãããã... Legal. E há quanto tempo vc está aqui?"
Diana: "5 anos"
Mau: "Nossa, vc fala muito bem o português"
Diana: "Obrigada"
Mau: "........."

Se houvesse um "Bola murcha" da PU, esse ia para o meu "piores momentos". Nem deu pra fazer Threading.

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A "interação-entrevista" é a forma mais sem imaginação de se obter informações que possam servir para buscar um rapportzinho. E o principal: Tudo que é macho que chega nela tenta fazer isso. Ponha-se na situação dela: Vc gosta de ser inquirido por todo mundo? Pois é.

Então, senhores, venho propor uma solução melhor, para tornar sua "obtenção de informação" mais agradável (para ela, claro). Aliás, duas. 

SOLUÇÃO 1: Não pergunte. Acuse.

Passe a cultivar o hábito de observar as pessoas e imaginar o que elas são. Voltando à Diana, se ao invés de perguntar o que ela faz, eu tivesse dito o seguinte:

"Ei, vc tem cara de quem faz Direito!!!"

Eu imagino 3 respostas possíveis dela:

1- Curiosidade.
2- "Não, faço desenho industrial"
3- Um "não" seco.

As duas primeiras são as mais prováveis. E percebam que isso abre novos rumos para uma conversa e muda completamente a dinâmica da interação. Se ela ficar curiosa, ótimo, curiosidade é grande aliada do PUA, use isso. E se ela te responder o que faz, pronto, vc obteve a informação sem perguntar, e pode, se ficar sem algo para dizer, comentar: "Pô, mas que tu tem cara de quem faz Direito, tem" (notem que isso pode subcomunicar algo sexual também, fazer direito). O "não" seco é mais raro, mas aí vc pode acusar de novo ou mesmo zoar, eu me sairia com essa: "Já sei, vc é a que faz os furos nos queijos suíços, né?". (Se ela não rir disso, caia fora. Ela não tem senso de humor e vc vai perder seu tempo).

Essa "técnica" ainda tem a vantagem de, se vc acertar na sua acusação (Acontece), a empatia é INSTANTÂNEA. Poderoso derrubador de bitch shield. Se por um acaso do acaso eu tivesse dito pra Diana: "Vc tem cara de latina", ia facilitar muito pra mim.


SOLUÇÃO 2: Fantasiando um cenário maluco.

Essa substitui a pergunta :"O que vc está fazendo aqui?" ou "Onde vc está indo?". Muito útil no daysarge. Analogamente à anterior, vc acusará a garota de estar fazendo algo. Porém, seja criativo e pense em algo bem fantasioso e até meio maluco.

Exemplo: Vc abordou uma garota que parece estar esperando alguém. No meio da conversa, jogue algo assim: "Então, deixa eu adivinhar, vc está esperando aquele cara com quem vc marcou encontro pela Internet, que te disse que virá com uma camisa rosa e trazendo um buquê de lírios do campo!!! Eu sabia..."

Solte a criatividade. Provavelmente ela vai entrar na sua vibe e te dirá o que faz ali. Pronto, sua interação está bem mais light e interessante.

E com a prática, não se surpreenda se vc começar a ACERTAR o que está tentando adivinhar. Isso coloca vc no hábito de prestar atenção à pessoa, e assim estar mais focado no seu alvo.

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Então, galera, é isso aí. Usem e abusem, e por favor, evitem interações-entrevistas. São um saco e se por um acaso vc demorar a encontrar algo em comum (como foi o meu caso com a Diana), sua interação irá para o ralo.



Mau

quarta-feira, 11 de março de 2009

Fundamentos do Jogo... aprendendo a relaxar nas sarges

O meu bro Gunwitch, cujo método "dynamic sex life" recomendo fortemente e atualmente ando praticando ativamente, fala que existem 3 fundamentos de um bom jogo de sedução, num nível básico. Ele chama de "RAP". Relaxar, Assumir rapport e Persistir. Hoje quero falar um pouco sobre o "R" do RAP, peça fundamental no jogo.

O método do Gun (GWM) é como um karatê kid do seu Miaggi, aquele do Daniel San. Lembram-se? O pobre do Daniel San queria lutar karatê e o velho Miaggi pedia para ele, primeiro, encerar o chão, depois pintar a parede, depois arrumar a cerca. E só depois juntava tudo que parecia insólito sozinho num karatê natural. É assim com o Gun: Primeiro, treina-se cada letra do RAP isoladamente, e depois se junta tudo no que o Gun chama de boxe da sedução, pela simplicidade e poder. 

Para praticar o simples RAP, tem que ir passo a passo. Passo de bebê. Quem acha ridículo, continue a lutar kung-fu, karatê, esses métodos que levam anos para se chegar a ser sensei. Eu gosto de algo rápido e direto, aprender uns certeiros golpes de boxe para nocautear uma mulher e derrubá-la em minha cama em minutos: ONS and ODS. (one night or one day stands). Assim, optei pelo Gun porque essa é sua proposta. Mas falemos do Relaxamento do RAP. 

Então, estou aqui, praticando o "R" de Relaxar. Algo aparentemente trivial, mas profundamente zen. Significa relaxar completamente o corpo, a mente e o coração. Respirar fundo. Estar bem nos próprios sapatos. Dançar no momento, como diz o Zan Perrion. Curtir a vibe com os amigos. Rir das piadas, das histórias, dos detalhes. Alegrar-se com os comentários espirituosos dos companheiros. Olhar ao redor e pensar... "I don´t give a shit!". 

Num nível mais profundo, relaxar é, também, estar desapegado dos resultados. Isso sempre me ajuda bastante. Vou abordar uma ninfeta na rua de uma forma natural e fluida, fazendo um comentário engraçado, sem a pretensão de hookar, de pegar, de coisa alguma. Não estou preocupado com AQUELA interação, mas de ser bom no jogo como um todo. Cada rejeição é menos um NÃO no caminho inevitável para o SIM com a mulher que mais desejo. A rejeição é a chave da prosperidade sexual, como me ensinou, faz tempo, Copeland and Louis.

Então, sugiro que você experimente isso agora: faça 25 interações, sem pensar em nada a não ser que ela está tão preocupada com o que você pensa dela do que em você. Significa respirar tranquila e profundamente e relaxar cada parte do corpo, estar totalmente zen, fluido, relaxado, desapegado a resultados, ao que ela diz, à necessidade de se provar para alguém, de dar DHV... 

Ah, ficar preocupado com alguma coisa ao sargear é tão contraproducente, cansa tanto, dá tanto trabalho...ahhhhhhhhh que preguiça, bocejo e dou um sorriso... nada disso, me dá aqui uma cerveja que quero papear com amigos e falar com uma gata atraente que me entretenha, sem agenda, sem propósito. Como surfar. No fluxo da onda.
E cada vez estou ficando mais relaxado. 

É assim que abordo naturalmente as mulheres na rua, de forma desapegada e zen. Não me importo com o que vão pensar, só quero me divertir. Isso pode ocorrer na parada do sinal de trânsito, na saída da academia, na escadaria do metrô. Se me deu vontade, eu meramente respiro profundamente, curto o momento, relaxo e falo o que der na telha. Quase flutuando sobre as águas.

Olhe para a face do Buda. Para Bill Clinton. Imagine Don Juan, Casanova, o próprio Mystery, o Zan, pense em James Bond (as versões anteriores, pois o Craig é tão sério), todos eles são tão zen... tão relaxados... Indiana Jones salta jacarés fazendo piadas, não está nem aí para nada. Os popstars também estão se fudendo. Por que eu o faria?

Relaxar. Relaxar. Relax... Imagine, 25 interações apenas relaxando. Sentindo essa vibe relaxada. Cria profundos sulcos mentais e emocionais, em que se associa o relaxamento a uma abordagem . Sargear se torna uma espécie de meditação. Isso se instala profundamente como um programa mental, e se torna um piloto automático. E de forma muuuuuuuuuuuito relaxadaaaaaaa..... YEAH! ZEN SARGE...

Dionísio

domingo, 8 de março de 2009

RAP do Gun... "A" de assumir RAPPORT!

Olá pessoal! Atendendo a pedidos, estou aqui para falar da segunda letra do RAP do Gun. Que diabos é isso? Consulte meus posts anteriores, é o Dynamic Sex Life do célebre colecionador de gatas peludas Gunwitch. 

A missão do RAP -"assumir rapport" do Gun apregoa que devemos abordar 25 mulheres, assumindo rapport, isto é, com a atitude de que ela é nosso melhor amigo que não vimos há alguns dias. Adicionalmente, diz o Gun, devemos interagir conversando sobre coisas com as quais tenhamos afinidade. Assim, é preciso fazer algumas perguntas abertas para conhecer melhor o que a garota gosta e faz, e depois relacionar com base no que ela falar. 

Rapport significa algo como "conforto", afinidade, intimidade, cumplicidade, compreensão, empatia, você decide. Eu uso o termo em inglês, pois penso que ele me dá exatamente a idéia que preciso. Pense no sentimento, na emoção que tem quando está ao lado de seu melhor amigo. Isso é rapport. Agora pense na emoção que tem quando está cara a cara com um desconhecido no elevador. Isso não é rapport. Essa é a idéia.

O termo "conforto" equivale à fase do mesmo nome no Mystery Method. Só que aqui, não criamos rotinas para gerar rapport de forma artificial. Assumimos que o rapport já está ali desde o princípio e agimos de forma congruente. Como um vírus contagioso, essa atitude contaminará a pobre garota, que tenderá, inconscientemente, a espelhar essa minha mesma atitude mental. É incrível, um mecanismo psicológico que funciona de verdade. Assumir rapport revolucionou meu jogo, dando-me uma naturalidade na conversação com uma mulher atraente desconhecida como jamais antes.

Assumir rapport é a chave para manter uma interação contínua por muito tempo, sem ficar pensando em rotinas ou técnicas. Simplesmente, falo com ela como se estivesse conversando com meu melhor amigo. De forma relaxada e divertida, sem preocupação com DHV, sem ansiedade de aproximação, sem expectativa, sequer, de levá-la para cama. 

Eu sei que você está pensando: mas e se eu cair na temida categoria "let´s just be friends"? (vamos ser apenas amigos?) E se ela me considerar apenas como um amigo depois disso? Como levá-la para a cama depois? Calma! Lembre-se do Karatê Kid do seu Miaggi. Primeiro limpe o assoalho, Daniel San. O melhor virá à frente, mas no momento concentre-se em assumir rapport, e pronto. Aguarde e confie, amiguinho, como diz o Didi Mocó, dos Trapalhões. 

São 25 interações apenas fazendo isso (assumindo rapport). Mas só depois, é claro, de ter feito as 25 interações relaxadas, treinando o "R" do RAP, que mencionei num post anterior. Não pule etapas. Engatinhe, ande, e depois poderá correr, saltar 3 metros e até competir pelas Olimpíadas. Mas, agora, meramente siga o RAP do Gun, man. Passo a passo.

Assumir rapport deve soar bem natural, a partir do momento que você age com ela de forma tão fluida relaxada (lembra do "R" do RAP?) como faz na presença de um velho e bom amigo para quem você não tem nada a esconder, a menor ansiedade de conversar. 

No momento que o papo flui naturalmente e faço menos perguntas e comento mais sobre as minhas emoções e percepções sobre o que está ao redor, e falamos sobre idéias, coisas, emoções e histórias que temos em comum, estamos em rapport.

Gun diz que, assim como estamos acostumados, por anos a fio, a falar com nossos conhecidos, amigos e familiares, devemos praticar e praticar e praticar para ter a mesma fluência com desconhecidos. Até virar piloto automático.

A idéia é não entrar de sola nesse rapport assumido, mas calibrar esta atitude com as perguntas abertas e a atitude relaxada que aprendemos a ter no "R" do RAP.Assumir RAPPORT rápido demais pode confundir a cabeça da garota.

O propósito de tudo isso é soar como alguém familiar para a garota, pois ela jamais se abriria e iria para a cama com um desconhecido - isso iria ser, para ela, como um atestado de "bitch", (cadela) algo que ela não quer assumir para as amigas nem para si mesma.

Então, vamos lá... essa é a 2ª missão do RAP do GUn. Faça as próximas 25 interações assumindo rapport com a garota, como se ela fosse aquele seu melhor amigo com quem você adora conversar sobre tudo, ou, simplesmente, ficar de bobeira sem falar nada, relaxadamente... 

P.S. Se você está a fim de praticar o RAP do Gunwitch, e tem culhão pra isso, poste seus relatos de campo aqui neste thread. Para maiores detalhes, consulte o meu blog. Manter um diário público de suas interações ajuda a criar compromomisso e rastrear sua evolução. Daqui a algumas semanas, se fizer as missões direito, estará orgulhoso dos resultados, e eu também!

Dionísio

quinta-feira, 5 de março de 2009

Turbinando um abridor de informação.

E aí, galera?

Pedir informação é uma das formas mais fáceis de iniciar uma conversa. Até pela inofensividade, vai ser difícil ser rejeitado de cara. Se você tiver um pouco mais de habilidade, poderá transformar um simples pedido de informação num sarge propriamente dito.

Ou então, se você não tiver essa habilidade, trago aqui uma idéia para dar uma turbinada no seu abridor de informação. De direção, mais especificamente.

A receita é a seguinte:

1 - Aborde a HB pedindo direções. "Onde fica a loja xxxxx?", "Pra que lado é o lugar yyyyy?", qualquer coisa assim.

2 - Quando ela responder, você emenda : "Tem certeza? Porque quando eu era criança, eu costumava indicar o lugar errado só para zoar com a pessoa. Eu era um tremendo capeta. Você não é assim não, né?"

Adicionalmente, vc pode dizer que achou que ela tinha cara de malvada, o que é uma leitura fria brincalhona (ferramenta de atração).

Com duas frases, vc começou um sarge.

E boa sorte.

Mau

segunda-feira, 2 de março de 2009

PUA é um garimpeiro

Eu e a minha teoria particular de PU. Essa linguagem carismática e poética deve ser fruto das "más" influências de caras como Giacomo Girolamo Casanova, Zan e Juggler... Vinicius de Moraes, outro natural... vai saber.? 

Hoje tive um insight singelo e já comecei a trabalhar a partir dele. É claro que não inventei nada, é só fruto de minhas leituras desses mestres e da minha pequenina experiência na PU. Mas precisava escrever isso logo, hoje, porque me queimava as entranhas.

Atinei que um PUA é nada menos que um garimpeiro. Não é um arqueólogo, como eu dizia antes, que recolhe o velho das pessoas... é um garimpeiro que negocia pedras preciosas, à procura da pérola de grande valor de que falava a parábola cristã.

A missão de um PUA é garimpar pedras preciosas nas MINAS...hehehe com todo trocadilho do mundo. Toda mulher é uma mina que vale a pena escavar pra encontrar nela o ouro e reconhecê-lo. Cuidado que nem tudo que reluz é ouro, não compre gato por lebre!!!!

Então, agora quando saio pra sargear, sou um rei, um negociante rico que quer mais pedras preciosas para minha coleção particular, para minha singela coroa real. Minha missão carismática agora é reconhecer as pepitas de ouro nas pessoas, especialmente mulheres... em todas que encontrar.

Isso abre um caminho totalmente diferente. Uma interação nada mais é que o escavar de uma mina... em busca do que é precioso, único, especial e singular... e honestamente reconhecer isso. Um PUA deve fazer uma mulher ficar aberta o suficiente para expressar o que é único nela, e aproveitar esses momentos para reconhecer e avançar... e aí a química acontece, no lugar da autenticidade, em que ambos podem ser o máximo de si mesmos...

Poético? Irreal? Dou minha coroa por essa aventura errante e carismática... e os que não acreditam nisso podem ler suas rotinas e padrões hipnóticos para aprender a se esconder de si próprios e das pessoas, num jogo de máscaras... Que caiam as máscaras, quero o ouro das essências...

O essencial é invisível aos olhos. (Antonie de Saint Exupery)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Peças de xadrez

Vou deixar aqui hoje uma sacada muito boa para um momento crucial no sarge.

Situação: Você está lá, com um grupo, e de repente, o assunto acaba. Você não tem nada para falar, está sentindo que o set vai embora... Sua mente procura desesperadamente algo para dizer. E "brilhantemente", encontra um: "errrrr... Então, o que vcs fazem da vida?"

Ouch!!! Você pode ver a atração esvaindo-se pelo ralo. Em questão de minutos (em grande parte das vezes), o set já era. Um saco, não?

POIS SEUS POBREMAS SE ACABARAM-SE!!

O véio Mau aqui vai dar uma sugestão porrêta para virar esse jogo. Chama-se "peças de xadrez". Rebobinemos a fita para cair na situação anterior (leia-se, o assunto acabou, fica aquele silêncio e vc não sabe o que fazer/dizer).

1- Ao identificar a situação, olhe de forma analítica para o grupo e diga: "Hmmmm... Não, isso não está dando certo. Vamos melhorar isso aqui."

2- Comece a pegar as garotas pela cintura e movê-las como se fossem peças de xadrez. "você fica aqui", "você fica melhor ali". E assim sucessivamente, realoque todo mundo do set em outros lugares. Se elas estiverem sentadas ou encostadas num bar, você é que vai passar a ocupar esse lugar privilegiado após a realocação.

(Com esse passo, vc fez duas coisas positivíssimas: 1- Estabeleceu quem manda no grupo; 2- Fez kino em todas elas)

3- Ao final do processo, vc ocupa seu novo lugar e diz: "Agora sim vai funcionar, está bem melhor. Bem, meninas, onde paramos mesmo?". Com esse punchline, vc ainda joga a pressão de retomar o assunto NELAS.

É uma brincadeira bem legal, do tipo que ninguém faz na noitada com elas. Se elas falarem que vc é maluco, ótimo. Isso pra mim é atração!!!

Usem e abusem, galera. E não quero mais saber de relatos do tipo "ejetei pq fiquei sem ter o que dizer".


Mau

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Aprendendo a garimpar nas sarges

Neste próximo post, falo um pouco da "técnica de garimpo" extraído das artes carismáticas do meu amigo Wayne Elise (Juggler). Hoje vou falar das seguintes etapas do "garimpo carismático"

Obter comprometimento ( Fazendo uma Pergunta Muito aberta) 
Criar vácuo 
Recompensar o esforço (Declaração de Apreciação) 
Relacionar a resposta às próprias emoções e histórias 
Repetir o ciclo ou escalar 

Uma vez começando a conversa de alguma forma situacional (não uso nem recomendo enlatados, fazem mal à saúde...rs), o passo seguinte é lançar uma pergunta aberta e gerar um "vácuo". 

O Vácuo é criado por uma pergunta aberta minha, que gera uma expectativa de resposta da parte dela. Esse vácuo é potencializado pelo meu silêncio e um certo congelamento da linguagem corporal, como se eu, realmente, esperasse que ela respondesse uma pergunta tão grande, tão aberta. 

Esse vácuo cria uma força poderosíssima que a "suga" para dentro, a impulsionando a dar uma resposta. Quando ela o faz, ela investe na interação, e se compromete. Assim, começamos muito bem...ela se esforçando desde o princípio!

Essa pergunta deve ser uma grande questão que exija uma resposta ampla. Algo amplo o suficiente que faça ela discorrer por um tempo. Nada de perguntas que demandem respostas curtas como "sim ou não", "Londres", "gosto". Nada de "você vem sempre por aqui? Quantos anos tem? Qual seu nome? Você tá gostando da festa?". 

Ao invés, simplesmente faça uma pergunta ou demanda aberta, como : "me conte sua história" e aguarde a resposta em expectativa. 

Vamos colocar uma lente num fragmento de conversa e conferir:

Eu:Fiquei curioso sobre você... me conte um pouco sobre sua história. 
Ela: Ah como assim? Não sei... 

Eu: Ok, vou contar um pouco da minha... eu sou um maníaco por festas, um serial killer das nights... eu tenho um grande dilema existencial... ao mesmo tempo que amo a noite, adoro baladas como sambas, forrós, eletrônica e house, sendo um boêmio incorrivel, sou também maníaco por atividades que se fazem durante o dia: escaladas, surf, caminhadas, rapel. Ainda não consegui resolver isso e estou fazendo análise para resolver esse dilema (rindo). Você vai ser minha terapeuta hoje... ahaha

Mas, para isso, quero saber mais de você. Me fale mais de você.(refaço a pergunta aberta, com novo vácuo). 

Ela: "blablabla"

Exemplos de perguntas abertas: (tenho uma coleção delas, chamadas de "Giacomo Vacuum".

Se sua vida fosse um livro, o que estaria escrito na orelha? 
Se sua vida fosse um filme, como seria o trailer? 
Me fale um pouco sobre o que sente sobre [algo que ela tenha dito antes] Como é viver em tal lugar? Como é a vida de uma enfermeira? 
Qual a sua especialidade quando não está trabalhando?
Qual vai ser sua próxima reencarnação? (rs)
Etc etc etc (você cria agora!)

Use sua criatividade aqui. Esses são exemplos. Mas tenha sempre a sua própria resposta para todas essas perguntas, bem interessante, na ponta da língua. Algo que você esteja à vontade para falar, e goste. Não meramente para encher linguiça.

Quando ela responde, ela faz um esforço, um investimento. O que nós queremos é usar essa resposta para construir conexão. Para isso, devemos encarar esse aproveitamento da resposta como um garimpo, onde procuro extrair algo valioso (para mim) do que ela diz, algo que se relacione à minha vida, aos meus valores, ao que amo, gosto e sinto. 

Quando faço isso, gero uma conexão, a essência da arte carismática. Ela começa a sentir que tem coisas em comum comigo... 

Assim, todo carismático é um garimpeiro, e a forma de escavar é fazer perguntas abertas. Esteja de olho para reconhecer e apreciar uma pedra preciosa quando aparecer. Na verdade, toda vez que ela fizer um esforço, devo recompensá-la, Apreciando o que é único,positivo, especial no que ela disse. 

Ela: Eu sou uma cdf que adoro estudar e não gosto de sair muito... 
Eu: Legal isso de vc ser estudiosa, eu aprecio mulheres intelectuais...

(Então associo com algo que gosto ou da minha própria história ou emoção)...
Inclusive, quando era moleque era muito estudioso, mas as meninas não gostavam muito dessa qualidade e preferiam os moleques bagunceiros...Acho que acabei cedendo e hoje, apesar de ainda ser um CDF, me tornei um arruaceiro...
[uma certa desqualificação]. 

Você deve associar as emoções do que ela fala às próprias emoções. Não se trata, portanto, de mera associação de idéias e palavras, o que, por si só, já geraria assunto para um papo infinito. Trata-se de uma associação de emoções: a cada emoção que ela fala, você relaciona com uma emoção parecida que viveu, associada a uma história de sua própria vida. Essa associação de emoções gera uma conexão poderosíssima que é o combustível para a atração entre vocês.

Ela: "Eu estava tão puta da vida ontem por causa de uma amiga traíra que nem quis sair de casa..."
Eu: "Sei como se sentiu... semana passada fiquei revoltado porque um amigo deu em cima da menina com quem saio..."

Qual a emoção a ser associada aqui? indignação por traição

Portanto, nas respostas que ela dar, mais importante que as palavras é prestar atenção a qual é a emoção dominante por trás das palavras. Aventura, alegria, ansiedade, expectativa, tédio, surpresa,medo, excitação. Associe as suas histórias a emoções presentes na história dela. Essa é a chave para aumentar a conexão emocional entre vocês. 

O próximo passo é repetir o ciclo: fazer pergunta aberta-recompensar-associar emoções. E, quando ela disser ou fizer algo que mereça você demonstrar interesse, o faça. Chamamos a essa demonstração de interesse condicionado de "escalada".

Mas isso é assunto para um próximo post... Você já tem muito para praticar. Experimente usar esse garimpo nas suas próximas 25 interações e me conte como foi!

Dionísio